quarta-feira, 22 de outubro de 2008
O Deus da redenção - Ev. Isaías de Jesus
Introdução
A redenção é o plano de Deus para a libertação do homem. Embora já estivesse no plano de Deus desde a queda do homem, a redenção era, contudo, desconhecida, O ser humano decaído do seu estado original não podia entender ou mesmo imaginar um plano assim, de infinita graça e misericórdia da parte do Criador, ultrajado pelo pecado cometido pelo homem, de todas as criaturas a mais privilegiada, feita à imagem e semelhança do Criador (Gn 1.26), enquanto tudo o mais fora criado mediante a palavra de Deus (Hb 11.3).Não obstante o desconhecimento da redenção por parte do homem perdido estava ela planejada desde o princípio, isto é que o Filho viria para executar a obra da cruz (1 Pe1.20). A redenção é o maior acontecimento da história, pois, conquanto os demais apenas marcaram uma época e exerceram influência noutros acontecimentos terrenos, a redenção tem efeito e alcance que ultrapassam os limites do tempo, e penetram na eternidade.
I - A EXPIAÇÃO
Romanos 8:30: “A quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos”.A expiação é uma reconciliação de partes alienadas entre si, a restauração de um relacionamento rompido. A expiação é realizada por ressarcir os danos, apagando-se os delitos e oferecendo satisfação pelas injustiças cometidas.
Segundo as Escrituras, toda pessoa peca e precisa fazer expiação de suas culpas, porém faltam o poder e os recursos para isso. Temos ofendido o nosso Criador, cuja natureza é odiar o pecado = (Jr 44.4; Hc 1.13) e punir o mesmo = (Sl 5.4-6; = Rm 1.18; 2.5-9). Os que têm pecado não podem ser aceitos por Deus e não podem ter comunhão com ele, a menos que seja feita expiação. Uma vez que há pecado mesmo nas melhores ações das criaturas pecadoras, qualquer coisa que façamos na esperança de ressarcir os danos só pode aumentar a nossa culpa ou piorar a nossa situação, porque “o sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR” = (Pv 15.8). Não há modo de a pessoa poder estabelecer a própria justiça diante de Deus =(Jó 15.14-16; = Is 64.6; = Rm 10.2-3); isso simplesmente não pode ser feito.
Porém, contra esse fundo de desesperança humana, as Escrituras revelam a graça e a misericórdia de Deus, que, pessoalmente, providencia a expiação que o pecado torna necessária. A maravilhosa graça de Deus é o enfoque da fé bíblica; do Gênesis ao Apocalipse, a graça brilha com glória maravilhosa.Quando Deus tirou Israel do Egito, ele estabeleceu como parte do relacionamento da aliança, um sistema de sacrifícios, que tinha seu âmago no derramamento de sangue de animais “para fazer expiação por vossa alma” (Lv 17.11).Esses sacrifícios eram “típicos”, isto é, como “tipos”, prenunciavam alguma coisa melhor.Pecados eram perdoados quando os sacrifícios eram fielmente oferecidos, mas não era o sangue dos animais que apagava os pecados (Hb 10.4); era o sangue do “antítipo”, Jesus Cristo, cuja morte na cruz expiou os pecados já cometidos, bem como os pecados que seriam cometidos posteriormente (Rm 3.25-26; = 4.3-8; = Hb 9.11-15).
De acordo com o Novo Testamento, o sangue de Cristo foi derramado como sacrifício(Rm 3.25; = 5.9; = Ef 1.7; = Ap 1.15). Cristo redimiu os seu povo por meio de um resgate; sua morte foi o preço que nos livrou da culpa e da escravidão ao pecado (Rm 3.24; = Gl 4.4-5; = Cl 1.14). Na morte de Cristo, Deus nos reconciliou consigo mesmo, vencendo a sua própria hostilidade causada por nossos pecados (Rm 5.10; = 2 Co 5.18-19). A cruz aplacou Deus. Isso significa que ela aplacou a ira de Deus contra nós, expiando nossos pecados e, desse modo, removendo-os de diante de seus olhos (Rm 3.25; = Hb 2.17; = 1Jo 2.2; 4.10). A cruz produziu esse resultado porque, em seu sofrimento, Cristo assumiu nossa identidade e suportou o juízo retributivo que pesava contra nós, isto é, “a maldição da lei” (Gl 3.13).Ele sofreu como nosso substituto, com o registro condenatório de nossas transgressões pregado por Deus na sua cruz, como a lista de crimes pelos quais ele morreu (Cl 2.14; conforme Mt 27.37; = Is 53.4-6; = Lc 22.37).II. A NECESSIDADE DA REDENÇÃOExistem alguns fatores que de terminaram a necessidade moral e espiritual da redenção da raça humana.
1. A queda do gênero humano. A Bíblia aponta no seu terceiro capítulo do livro de Gênesis a triste história da queda de nossos primeiros pais, com a qual surgiu um estado de decadência, de perversão quê privou o homem da presença gloriosa de Deus e arruinou nele a sua imagem com a qual fora criado originalmente. A partir daí, já o primeiro filho de Adão fora criado à sua imagem e não à imagem de Deus (Gn 4.3). A queda foi a conseqüência natural do pecado. Pecado é mais do que crime; mais do que simples imoralidade.
2. A inabilidade do homem para redimir-se a si mesmo.Há neste mundo pecadores que desejam mudar de vida e para isso se esforçam em vão praticando boas obras o máximo que podem, procurando ter boa moral e também uma religião, não sabendo eles que o pecador não pode ajudar na sua salvação. Tudo o que ele fizer nesse sentido é em vão. Há outro tipo de pecador que devido o seu estado de torpor espiritual, é conforme diz Jd v.1O, “como brutos, sem razão”, isto é, como animais irracionais.
a. Esta incapacidade é crônica sobre todos. A Bíblia declara que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23). Isto revela a universalidade do pecado. E o pior é que além de ser um ato, o pecado é também um estado(Rm 6.6) em que predominam seu poder maléfico como princípio gerador da revelação contra Deus.
Somente Deus tem condições de esquadrinhar o coração humano, o qual é inerentemente enganoso e perverso (Jr 17.9,10). No tempo do profeta Miquéias já se fazia a seguinte indagação: “Com quem me apresentarei perante o Senhor, e me inclinarei ante o Deus altíssimo e virei perante Ele com holocaustos? Com bezerros de um ano”.
3. A condição do homem debaixo da lei. A Bíblia afirma que “todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer( Sl 14.3).Leia-se também Gn
6.5; = Is 1.5,6; Rm 3.9,19; = Ef 4.17-19.III. A PROVISÃO DA REDENÇÃO
A provisão da redenção da alma humana deu-se através do derramamento de sangues Foi o meio que Deus encontrou para redimir a alma humana da condenação do pecado e da perdição eterna.
1. A necessidade do sacrifício de Cristo. O decreto divino era: “sem derramamento de sangue não há remissão” (Hb 9.22); “Porquanto é o sangue que fará expiação pela alma”(Lv 17.11). Então, como já estava no plano divino, o sangue de Jesus foi derramado para pagar o preço da redenção. O sacrifício era necessário porque não havia outro meio pelo qual o pecador pudesse achar graça diante de Deus, estando irremediavelmente separado do Criador pelo pecado que passou a todos os homens (Rm 5.12). Uma medida se fazia urgente, e nenhum outro podia providenciá-la senão o próprio Deus.
2. Deus é o provedor da redenção. Deus mesmo proveu tudo por sua abundante graça, através da obra de Jesus Cristo, livrando-nos da morte eterna (Ef 2.5). Hoje podemos cantar, pelo efeito da redenção hino da vitória. Graças á Deus pela sua providência, livrando todo aquele que de bom grado aceita essa provisão, que é o sangue do Cordeiro de Deus derramado em nosso lugar no Gólgota, há quase 2.000 anos .Não existe na história outro acontecimento tão rico de significação para o ser humano como o da cruz do Calvário. Nem mesmo a obra da criação no Gênesis se reveste de tão extraordinário mistério e nada se iguala em demonstração do infinito amor de Deus.
3. A suma do amor de Deus. Em Rm 5.7,8, Paulo nos diz: “Poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” Necessitamos “cingir os lombos” do entendimento, isto é, ter a mente constantemente preparada para entender o que Deus fez por nós, dando-nos vida e amor(2 Pe 1.3).
Ninguém até hoje soube descrever o amor de Deus demonstrado na obra da redenção. Nem mesmo alguém até hoje conseguiu interpretar as Escrituras quando elas falam desse amor. Por exemplo: Quem pode sugerir a medida do amor de Deus que se acha em João 3.16? Ou pelo menos dizer o que o Senhor Jesus estava afirmando ao apresentar as medidas desse amor com as palavras “de tal maneira”. O que realmente ocorre é que não há mente humana capaz de esgotar o assunto, nem recursos lingüísticos para se falar cabalmente do amor de Deus!
IV. O ANUNCIO DA PROMESSA DA REDENÇÃO (Sl 130.7; = Is 53.4-8)
A redenção foi anunciada com base no infinito amor de Deus (Jo 3.16). Se dependesse de uma iniciativa do homem, a redenção jamais seria concretizada. Mas aleluia! foi Deus quem tomou a iniciativa e tal se tornou possível. Diz a Bíblia:“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho. unigênito”. Por esta razão, esta é a maior proclamação para a humanidade: a vinda do Redentor (Gn 3.15).
Vivemos em época muito avançada em termos de comunicação. A imprensa falada e escrita vai caminhando a passos de gigante em seu progresso. O mundo gasta grandes fortunas diariamente para nos oferecer uma informação via satélite, microondas, telex, teletipo e outros modernos meios. Repórteres vasculham o planeta em busca de “furos de reportagem”.Porém, jamais uma notícia será mais importante do que esta: A semente da mulher esmagará a cabeça da serpente. E depois, o cumprimento desta, quando Jesus disse: “Está consumado”(Gn 3.15; = Jo 19.30).
1. Foi um mistério nos tempos antigos (Ef 3.1-6). O mistério de Deus não foi conhecido nos tempos antigos. Foi grande esse mistério oculto aos homens em outros tempos, mas revelado agora aos santos (Cl 1.26). Isto quer dizer que a redenção em Cristo estava no plano divino desde os tempos antigos, e que foi cumprido no tempo oportuno: a plenitude dos tempos (Gl 4.4).
Embora só há quase 2.000 anos a crucificação de Jesus tornasse eficaz a redenção aos pecadores, o fato é que o plano divino ali executado estava já estabelecido desde a fundação do mundo. E isto, por falar à nossa maneira, pois na verdade já existia antes. Paulo escreveu: “Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos”(Tt
1.2). Isto é, antes da criação do mundo, quando os tempos começaram a ser contados(Gn 1.5).
2. A esperança dos homens no passado. “Oh! se de Sião já viesse a salvação (redenção) de Israel” (Sl 53.6). Este texto denota a ansiedade do povo de Israel por uma redenção que só poderia vir de Sião, isto é, providenciada por Deus (o monte Sião, onde está edificada a cidade de Jerusalém, é figura da Jerusalém celestial, o céu, segundo Hb 12.22; = Ap 14: 1).Os homens do passado morreram na esperança do Redentor (Sl 19.14,). Jó exclamou: “Eu sei que o meu Redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25). Tal esperança, portanto, manifestava-se como uma certeza absoluta. Era a esperança de alcançar a redenção por meio do Messias.Podemos imaginar a felicidade dos filhos de Israel, que viviam sob a bandeira de uma esperança messiânica, em contraste com as nações gentias: Sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. (Ef 2.12).Temos de dar glória a Jesus, porque sendo nós gentios, fomos também alcançados por sua infinita graça.
3. O pecado fora do plano de Deus. Quando Deus criou o homem o pôs no Jardim do Éden, sem pecado (Gn 1.27; 2.7). Entretanto, Satanás conseguiu enganar Eva, ocasionando sua queda, e com ela arrastando Adão (Gn 3.1-6) e toda a humanidade (Rm 5.12). Porém, embora Deus estivesse sabendo que tais fatos iriam acontecer, tendo até mesmo estabelecido o plano de redenção antes da fundação do mundo, a verdade é que o pecado-nunca foi planejado por Deus.
4. A redenção anunciada. Logo após a queda do homem, Deus prometeu a semente da mulher (Jesus Cristo), para derrotar a semente da serpente (Gn 3.15). Moisés profetizou a respeito de um profeta semelhante a ele, isto é, um profeta libertador dos escolhidos de Deus(Dt 18.15). E daí em diante, muitos profetas falaram d’Ele: “Dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu sangue” (At 10.4).É importante notarmos que a anunciação imediata do plano divino de redenção do pecador indica duas coisas:
a) Que Deus tem uma sabedoria infinita, apresentando para um problema tão grave uma solução tão rápida;
b) Que Deus já estava com o plano preparado e não precisou traçá-lo para dar a solução para o problema. Uma destas verdades seria suficiente para nos explicar o caso. Mas, a verdade é que ambas as afirmações são verdadeiras.
V. A NATUREZA DA REDENÇÃO
Redenção, como estamos abordando, é no original um termo técnico preciso, significando o ato de libertar o escravo mediante o justo .j resgate exigido e pago. Não era apenas pagar o preço e manter o escravo para si. Era resgatar e libertar. E isso o que Jesus fez no Calvário, mas que entra em vigor quando o pecador vem a Ele, reconhecendo suas misérias, sua escravidão e aceitando-o como seu Redentor.
1. A redenção é eterna (Hb 9.15). E eterna porque foi concedida por Deus desde tempos imemoriais (1 Pe 1.18-20); é eterna porque sua validade nunca terá fim.
2. A redenção é graciosa (Rm 3.24). Todo o preço foi integralmente satisfeito por Jesus Cristo. Deste modo Ele se instituiu em nosso perfeito Redentor, o qual foi morto, ressuscitou e vive para todo o sempre (Ap 1.5,18).
3. A redenção é real (Cl 1.14). 1 Paulo afirma: “no qual temos a redenção”. Trata-se de uma redenção efetiva, experimental e pessoal. 2 Quem a possui, sabe que a porque ela é sentida e vivida, a Deus.
4. A redenção é caríssima ( Sl 49.8). Eliú falou a Jó a respeito grandeza do resgate(Jó 36.18). Quanto mais incalculável é a grandeza do resgate efetuado pelo Cordeiro de Deus!
5. A redenção é fruto da promessa divina. Ao longo da Escritura encontramos promessas e profecias assegurando a redenção d’ alma humana. Eis apenas algum; citações: Gn 3.15; = Dt 18.15; = Sl 132.11; = Is 9.6; = Jr 33.14,15.VI. O PREÇO DA REDENÇÃO (1 Co 6.20; At 20.28)
Não foi com ouro ou prata, mas com o sangue de Jesus que Deus nos resgatou(1 Pe 1.18). O ouro e a prata são, desde a antiguidade, usados para pagamento de uma transação. Eram usados como moeda corrente. Também- o ouro era símbolo da divindade; e a prata, de valor menor, fala-nos da redenção (Lv 5.15; 27.3).
O preço estipulado em prata para a redenção não passava de um símbolo. Jesus, que pagou o preço de nossa redenção, foi vendido pelo traidor por trinta moedas de prata (Mt 26.14-16). O profeta Zacarias havia profetizado dizendo: “E pesaram o meu salário, trinta moedas de prata. O Senhor, pois, me disse: Arroja isso ao oleiro, esse belo preço em que fui avaliado por eles. E tomei as trinta moedas de prata e as arrojei ao oleiro na casa do Senhor” (Zc 11.12,13).
1. A redenção é pelo sangue de Cristo. O valor da redenção foi superior ao do ouro ou da prata, como vimos acima, e superior ao sangue de Abel (Hb 12.24). Quem, pois, poderia calcular o valor desse sangue? Ele é capaz de comprar almas cujo valor individual excede o valor do mundo inteiro (Mt 16.26).Nos hospitais, o sangue humano é tido em alto preço, porque, com ele, vidas podem ser salvas. Cinco ou mais doadores cedem do seu sangue para salvar uma vida. Mas, graças a Deus, o sangue de Jesus, vertido na cruz do Calvário, é oferecido de graça e sozinho tem poder para salvar todo o que nEle crer.
2. Fomos comprados por elevado preço. A Bíblia diz; “Fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (1 Co 6.20). De todas as tribos da terra foram compradas pessoas com o valor do sangue de Cristo(Jo 2: 2 = Ap 5:
9 ). Realmente, era necessário grande valor par efetuar tão grande resgate.
VII. A OBTENÇÃO DA REDENÇÃO
Se Deus tomasse todas as providências para salvar o pecador e de. pois estabelecesse um meio difícil para aplicar sua obra salvadora, o pecador continuaria perdido.
1. Basta crer em Cristo. Obtém-se a redenção crendo que Deus ressuscitou a Jesus dentre os mortos e aceitando-o como Salvador. A redenção foi efetuada por meio do sangue de Jesus, como foi visto, mas é preciso crer nEle para que a salvação tenha lugar imediatamente em nossa alma. Eis o único ato que o homem precisa cumprir para ser salvo (Jo 6.29).
2. A manifestação da graça. Graça é o amor de Deus manifesta. do em favor do pecador desvalido (Jo 1.14; = Tt 2.11). O sangue de Cristo opera a justificação do pecador, tornando-o santo (Hb 9.14). A fé é dom de Deus e opera em nós para a salvação, aplicando a obra da redenção.3. A pessoa de Jesus. O Senhor Jesus pagou o preço líquido e total da nossa redenção, que foi o seu sangue, isto é, sua vida entregue por nós no Calvário = (Mt 20.28; 26.28).Somente Ele tinha condições de realizar a nossa redenção, pois veio a este mundo sem pecado, assumiu a responsabilidade e sofreu o juízo resultante de nossos pecados (2 Co 5.21). Ele é a nossa propiciação (1 Jo 2.2).
4. O sangue de Jesus. Um evangelho sem a doutrina da redenção não é um evangelho verdadeiro. O sangue redentor de Cristo é fator único de nossa redenção, por isso satanás tanto o odeia e teme. Quando Satanás afirma e insinua que o homem pode ser salvo por suas boas obras, por uma reforma pessoal, por uma religião, por orações, etc, ele está tentando neutralizar a doutrina e a eficácia da redenção através do sangue de Cristo.
5. O sangue de Cristo liberta totalmente o homem. A libertação do pecador não foi efetuada por uma simples declaração de inocência do réu, mas porque sua culpa foi paga integralmente. Por seu sangue, Jesus comprou-nos e nos libertou da escravidão do pecado(Ap 5.9). VIII. OS
EFEITOS DA REDENÇÃO
A redenção que o Senhor Jesus nos propicia através de seu sacrifício, conduz-nos à posição de absoluta liberdade espiritual. Seus efeitos são os vários e maravilhosos.
1. Redimidos do jugo da lei. A redenção nos livra da lei do pecado e Da morte(Rm 8.1-3). Ele nos transfere uma posição de servidão, posto que estávamos debaixo do jugo da lei, e nos transporta para “o reino do Filho do Seu amor”, que quer dizer, para o centro da comunhão diuturna com Deus.
a. O preço da liberdade. Sendo purificados de todo o pecado pelo sangue de Jesus, dessa forma temos liberdade de chegar com confiança ao “trono da graça”, (Hb 4.16), isto é, na presença de Deus, sem ter de nos escondermos dele como fez Adão quando se viu naquela difícil situação de pecado diante do Criador.
2. Redimidos da vã maneira de viver (1 Pe 1.18, 19). Nossa vida anterior era uma vida louca, insensata, desordenada e infrutífera.
3. Redimidos do pecado e da morte. O autor da carta aos Hebreus declara que Jesus Cristo em sua morte aniquilou aquele que tinha o império da morte, Satanás (Hb 2.14). Além disso, livrou a todos aqueles que viviam para sempre sujeitos à servidão (Hb 2.15). Portanto, a Sua morte foi uma morte redentora, isto é, Ele morreu em nosso lugar. Amém
CONCLUSÂO
Ler Ap. 5: 9 – 10 - Redenção é, portanto, a essência da salvação. Significa que fomos comprados para Deus, como o texto de Ap. 5.9-10 já nos mostrou.Como conseqüência ética da nossa redenção, devemos reconhecer que somos o santuário do Espírito Santo e não mais escravos de alguém nem mesmos donos de nossa vida (1 Co 6.19-20). Neste texto, “corpos” é o grego soma, que designa mais que a estrutura física. É o âmago do ser, da pessoa, seu centro volitivo e afetivo. Cristo fez a redenção de todo o nosso ser, para sermos do Senhor. Pensemos em 1 João 4.4 e
5.19. Somos do Senhor. Gloria, Aleluia. Amém
Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados - MSEvangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar)4° Trimestre 2008 - Tema: 3º Lição – O Deus da RedençãoBibliografia:-Bíblia de Estudo Pentecostal Edição 1995Bíblia de estudo Genebra 2 Edição 1993http://www.ibcamui.org.brLições Biblica CPAD 1983Lições Biblica CPAD 1985Teologia Sistemática – Stanley M. Horton
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Lição 02 - O Deus que se comunica com o homem
Sl 29.1-10
Introdução:
I. A comunicação direta
II. Efeitos da Queda
III. Deus comunica-se com o homem
IV. A comunicação pela revelação
Conclusão:
Autor deste comentário: Esdras Costa Bentho. Autor das obras Hermenêutica Fácil e Descomplicada e a Família no Antigo Testamento: história e sociologia, ambos da CPAD.
Título deste subsídio: A Revelação e a Comunicação de Deus aos homens
Palavras-chaves: Revelação; Comunicação divina
Definição da doutrina
A doutrina da Comunicação de Deus aos homens é amplamente confirmada nas páginas das Sagradas Escrituras. Este ensino subordina-se a um outro: o da Revelação de Deus aos homens. A doutrina da Revelação de Deus aos homens trata da manifestação que Deus faz de si e de sua vontade aos homens (Am 3.7).
Necessidade da doutrina
A doutrina da Revelação de Deus aos homens não é apenas necessária como também plausível. Dois fatores tornam essa doutrina indispensável: o implícito e explícito.
a) Implícito: O fator implícito diz respeito ao que Deus é em sua natureza incomunicável, transcendente, infinita, incapaz de ser conhecida pela razão, cognoscibilidade ou aferimentos humanos (Jo 1.18; 1 Tm 6.16). Em diversas perícopes as Sagradas Escrituras afirmam a incapacidade humana em conhecer a Deus em sua plenitude e glória: Ele habita em "luz inacessível" (1 Tm 6.16) e "nunca foi visto por alguém" (Êx 33.20; Jo 1.18).
b) Explícito: O fator explícito refere-se à natureza finita, temporal e vulnerável do homem. O cognoscível não é capaz de apreender o Incognoscível; o finito não compreende o Infinito; o mortal está aquém do Eterno: "Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento" (Is 40.28).
Definição de Revelação
a) Antigo Testamento. O hebraico bíblico possui diversas palavras que correspondem ao termo "revelação" na língua portuguesa. Contudo, o vocábulo gālâ, isto é, "descobri", "revelar", "tirar" é usado em sentido reflexivo com o significado de "desnudar-se" ou "revelar-se", como por exemplo, na revelação de Deus a Jacó (Gn 35.7). A Septuaginta (LXX) traduz o vocábulo na passagem citada por "epephánē", "manifestação", "aparição", ou "revelação" (epifania).
b) Novo Testamento. O grego neotestamentário emprega a palavra "apokalypsis" com o sentido de "revelar" ou "desvendar". Lucas (2.32), por exemplo, a emprega com a conotação de "tirar o véu", "revelar" – "phōs eis apokalypsin". Em seu aspecto geral ou particular, revelação sempre estará atrelada aos conceitos de "manifestar", "tornar claro", "tirar o véu", "dar a conhecer" (Rm 16.25).
Por conseguinte, a doutrina da revelação de Deus nas Escrituras descreve a comunicação, revelação e manifestação sobrenaturais de Deus ao homem, revelando sua mensagem, propósitos e decretos.
Revelação e Teofanias
Teofania é um termo grego composto pelo substantivo "theós" e pelo verbo "phaneróō" que significa "revelar", "mostrar" ou "fazer conhecido". Teofania é o modo múltiplo, variegado, misterioso com que Deus se revela ou se manifesta ao homem. As teofanias são desdobramentos da revelação de Deus, de sua natureza, caráter e atributos de modo compreensível ao homem. As teofanias são:
a) visíveis (Gn 16.11,13; Êx 3.2-6; 19.18-20; Dn 7.9-14, etc), ou
b) audíveis (Gn 3.8; 1 Rs 19.12,13; Mt 3.17, etc).
Através dessas passagens percebemos que as teofanias, como veículos da revelação de Deus, podem ser:
a) humana (Gn 18.1,2,13,14),
b) angélica (Jz 2.1; 6.11,14), e
c) não humana (Gn 15.17; Êx 19.18-20).
Algumas dessas manifestações são, de acordo com muitos biblicistas, "cristofanias" (Jo 12.40,41).
Nas teofanias sempre é Deus quem toma a iniciativa de se auto-revelar. Essas manifestações são parciais, temporárias e não descrevem a completude da natureza divina. A única revelação permanente e completa do Pai foi realizada na Encarnação do Filho que, embora distinto do Pai, participa da mesma divindade (Jo 1.1,14-18).
Revelação Passiva e Ativa
A revelação de Deus deve ser entendida como o instrumento de imediata comunicação de Deus ao homem. Na revelação, Deus auxilia os homens a compreenderem Sua natureza e propósitos (Dt 4.29; Jr 33.3). As Escrituras demonstram vários níveis dessa comunicação, seja particular seja coletiva (Gn 2.16; 3.8,9; Gn 12.1; 15.1; 18.16; Êx 3.4; 19.3,9; 1 Sm 3.1; Is 6.1). Isto posto, a revelação proveniente e determinada por Deus é uma comunicação pessoal. O alvo final da revelação divina é que o homem venha conhecer a Deus de modo real e pessoal. Essa revelação manifesta-se bilateralmente:
Revelação ativa: É a revelação direta de Deus, enquanto Se dá a conhecer aos homens (Êx 3.1-6).
Revelação passiva: É o conhecimento de Deus que é passado de geração a geração (Dt 4.10).
A revelação passiva é o conhecimento de Deus que é comunicado aos homens através de um interlocutor, enquanto a ativa é a revelação direta de Deus ao homem, sem qualquer intermediário. Na passiva, Deus não se revela diretamente ao homem como o fez com Moisés, mas usa um intermediário (profeta, sacerdote, anjos, etc) para comunicar à sua mensagem aos seus servos.
No âmbito da revelação passiva é que encontramos a Revelação Geral de Deus (Gn 1; Sl 119; 148; Rm 1.20-23). Revelação Geral é o termo teológico que descreve uma forma de "teologia natural" (Sl 8; 19.1). Essa revelação acha-se impressa na criação. Apesar de não ser uma revelação pontifícia, como a Revelação Especial – o Logos Encarnado (Logos Theou) – e a Epistemológica (Rhema Theou), contudo, possui predicativos suficientes para que o homem conheça a Deus e o adore, bem como servirá de base para o julgamento dos ímpios (Rm 1.21-32; 2.1-8).
A Revelação Geral ocorre de duas formas distintas: uma revelação externa na criação, a qual proclama o poder, a sabedoria e a bondade de Deus e; a revelação interna da razão e da consciência em cada indivíduo (Rm 12.16; Jo 1.9).
A teologia cristã reconhece tanto a Revelação Geral quanto a Especial, como dois modos progressivos da auto-revelação de Deus. Porém, o ápice da revelação divina ocorre através do Verbo Vivo e da Palavra Escrita (Jo 1.1,14-18; 14.8,9; Hb 1.1-3). Estas revelações são os desvendamentos que Deus faz de si mesmo aos homens de modo imediato e sobrenatural. O Logos Encarnado revelou o Pai. A Palavra escrita registrou essa revelação e o seu progresso (Hb 1.1-3; 2 Pe 1.10,21; Gl 1.12). O propósito da revelação de Deus é que o ser humano o conheça, ame-o e o adore (Is 43.7; Sl 22.22; 149.6).
Visite o blog do autor: www.teologiaegraca.blogspot.com
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
O Deus que se comunica com os homens - Ev. Isaías de Jesus
por Isaías de Jesus
INTRODUÇÃO
DEUS SE RELACIONA PESSOALMENTE COM AS PESSOAS
O Deus que projetou os céus estrelados e que criou o universo, também busca estabelecer um relacionamento pessoal conosco. Ele teve um relacionamento pessoal com Moisés: “O Senhor falava com Moisés… como quem fala com seu amigo” (Êxodo 33: 11). Ele também deseja entrar num relacionamento pessoal com você e se tornar seu Amigo. Jesus prometeu para aqueles que O seguissem: “Vocês serão meus amigos” (João 15: 14).
Todos já nos deparamos com a idéia de que existe um Deus, pois os seres humanos são naturalmente religiosos. Nenhum animal jamais construiu um altar para adoração. Ainda assim, em todos os lugares em que você encontra homens e mulheres, você encontra culto e adoração. No profundo do coração humano há um desejo natural de adorar, uma consciência da realidade de Deus, e um desejo de se tornar amigo dEle. Quando respondemos a esse anseio e encontramos a Deus, não há mais dúvidas sobre Sua existência e nossa necessidade.
Durante a década de 1990, milhões de ateus na Rússia renunciaram ao ateísmo e buscaram a Deus. Um professor universitário em São Petesburgo afirmou algo que tipifica os comentários feitos por muitos ateus transformados da ex- União Soviética.
“Procurei o sentido da vida em minhas pesquisas científicas, mas não encontrei nada em que confiar. Os cientistas a minha volta têm o mesmo sentimento de vazio. Ao olhar para a vastidão do universo em meus estudos sobre astronomia e ao perceber o vazio da alma, senti que deve haver um sentido para tudo isso. Então, recebi a Bíblia que vocês me deram e comecei a lê-la. O vácuo de minha vida foi preenchido. Eu descobri que a Bíblia é a única fonte confiável para minha alma. Eu aceitei a Jesus como meu Salvador e encontrei a verdadeira paz e satisfação na vida”.
Um cristão crê em Deus porque ele ou ela já O encontrou e descobriu que Ele satisfaz os anseios mais profundos do coração. O Deus que os cristãos alegremente descobriram que existe, é capaz de nos dar uma nova perspectiva, um novo significado, novos motivos e novas alegrias.
Deus não promete uma vida livre de problemas e conflitos. Por outro lado, Ele nos assegura que nos guiará e nos susterá se estabelecermos um relacionamento pessoal com Ele. Milhões de cristãos podem testificar que desistiriam de tudo ao invés de voltar para uma vida sem Deus.
Essa é a coisa mais maravilhosa de todas - o Deus Todo-Poderoso que nos projetou, nos criou, e sustém o universo também deseja ter um relacionamento pessoal com cada homem e mulher, menino e menina. Davi estava maravilhado com isso quando escreveu:
“Quando contemplo os Teus céus, obras dos Teus dedos, a lua e as estrelas que ali firmaste, pergunto: ‘Que é o homem para que com ele te importes?’”.Salmo 8:3, 4
Nosso Criador está “atento” a cada um de nós. Ele tem um interesse tão pessoal em você como se você fosse o único ser a quem Ele tivesse criado.
Portanto, podemos crer em Deus:
(1) Por causa da complexidade de tudo o que Ele criou em nós; (2) Por causa do desejo dentro de nós que nos deixa inquietos até que encontramos descanso nEle; e, (3) Porque quando O buscamos e O encontramos, Deus satisfaz cada necessidade e anseio que temos - abundantemente!
1 - Intimidade com Deus = Texto: Gn 18.17-21.
Introdução: Não basta ouvir falar sobre Deus (Jó 42.5), adorar sem conhecer =(João 4.22), crer sem se comprometer (João 12.42-43). Através de muitas experiências, Abraão foi conhecendo o Senhor cada vez mais.
1.1 - Obediência e relacionamento.
Abraão não apenas obedecia a Deus, mas buscava o Senhor para conhecê-lo(Gn.12.8; = 13.4; = 21.33).
Um filho distante do pai pode ser informado sobre sua vontade e pode obedecê-lo, mas Deus quer intimidade conosco (Salmo 25.14).
2- Abraão é o único a quem a bíblia chama de “amigo de Deus” (Tg.2.23).
Além de servos ou filhos, o Senhor deseja que sejamos seus amigos = (João 15.14-15).
3 - Abraão é o primeiro a quem a bíblia chama de “profeta” (Gn 20.7).
A intimidade com Deus é importante para todos os seus filhos, mas é condição imprescindível para o ministério profético. Abraão ficou sabendo com antecedência sobre a destruição de Sodoma e assim pôde interceder por Ló.
II - A relação entre o homem e Deus = Texto: Hebreus 11.6
A autores bíblicos não se preocuparam em provar a existência de Deus por se tratar de algo óbvio para eles e para todos aqueles que crêem. O texto nos deixa claro que muitas pessoas se aproximam de Deus, mas não acreditam nele.
Estão na presença de Deus, mas não sabem ou não querem admitir.
2.1- A importância da fé.
A fé é o primeiro passo em direção a um relacionamento com Deus e à salvação. A fé em outros “deuses” ou ídolos
não terá nenhuma utilidade.
2.2- A importância da busca (Is.55.8).
A fé, em si mesma, não será suficiente se não for transformada em ação (Tg 2.26). Se você acredita na bíblia, leia.
Se você acredita na eficácia da oração, ore. Crer apenas não é suficiente.
2.3- A recompensa dos que crêem em Deus e o buscam.
Deus é o galardoador dos que o buscam, não simplesmente dos que crêem nele. A principal recompensa é viver com Cristo aqui e na eternidade.
Coloque sua fé em ação. Aceite Jesus como salvador e firme o compromisso de obedecê-lo.
III - Escondendo-se de Deus
“Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10).
Deus está ansioso para que nós o encontremos. Nós estamos ansiosos para que ele nos encontre? Da mesma forma que devemos conhecer a Deus, devemos permitir que ele nos conheça
(1 Coríntios 8:3).
Nosso privilégio não é somente assegurar a vida eterna, mas também permitir que sejamos assegurados por Deus (Filipenses 3: 12). Não devemos apenas buscar a Deus, como também devemos estar cientes de que ele nos busca(Mateus 18: 10-14).
Como Adão e Eva, muitos de nós preferimos nos esconder de Deus. “Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim” (Gênesis 3:8). Tendo sido feitos na sua imagem, ainda ansiamos profundamente por Deus. Mas tendo pecado, também estamos envergonhados e com medo. Há uma grande tentação para que nós fujamos.
Falando literalmente, de certo, não há como fugir de Deus. “E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas”(Hebreus 4: 13). A única questão é de se lidaremos de maneira honrável com a verdade quando Deus nos confronta com isto.
O propósito gracioso de Deus é que cresçamos na santidade, que significa crescer para ser como ele no nosso caráter íntimo. Este crescimento pode ser atingido apenas se aceitarmos a verdade sobre o que ele vê em nós agora e nos entregamos ao seu amor remediador. Tanto o diagnóstico quanto o tratamento provavelmente envolverão dor séria. Mas não deveríamos desejar o que Deus quer de nós tão apaixonadamente quanto desejamos o que queremos de Deus?
Não deveríamos querer crescer em caráter tanto quanto queremos conforto, e santidade tanto quanto queremos a felicidade? Tais coisas boas podem chegar a nós apenas por meio da verdade. Não há outra maneira.
Não há um substituto aceitável para a realidade. “Sonda-me ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:23-24). Sem tal honestidade, não há crescimento em direção a Deus.
IV = Podemos Crer na Bíblia?
Os famosos amotinados que afundaram o navio inglês Bounty acabaram se envolvendo com mulheres nativas na solitária ilha de Pitcairn, no Sul do Pacífico. O grupo se constituía de nove marinheiros ingleses, seis homens e dez mulheres provenientes do Taiti, e uma garota de quinze anos. Um dos marinheiros descobriu como destilar álcool, e logo a bebedeira corrompeu a colônia da ilha. Em disputas entre si, os homens e as mulheres daquele lugar se envolveram em lutas muito violentas.
Depois de algum tempo, apenas um dos marinheiros originais que chegaram até a ilha sobreviveu. Esse homem, Alexandre Smith, descobriu uma Bíblia num dos baús provenientes do navio. Ele começou a lê-la e ensinou aos outros o que estava contido ali. Ao fazer isso, sua própria vida foi transformada, e acabou modificando a vida de todos naquela ilha.
Os habitantes daquela ilha ficaram completamente isolados do mundo exterior até a chegada do navio americano Topaz, em 1808. A tripulação desse navio encontrou na ilha uma comunidade muito próspera e bem sucedida, sem presença de uísque, prisão, ou crime. A Bíblia transformou a ilha de um inferno num céu, exemplificando o que Deus queria que o mundo fosse. E assim continua até hoje.
Será que Deus ainda fala às pessoas através das páginas da Bíblia? Ele certamente o faz. Enquanto escrevo isso, estou olhando para uma folha de respostas enviada a nós por um aluno de um dos nossos cursos bíblicos postais. Um recado escrito ao final diz: “Estou na prisão, no corredor da morte, sentenciado a morrer por um crime que cometi. Antes de começar a estudar a Bíblia, eu estava perdido. Mas agora, eu tenho algo a esperar do futuro, e encontrei um novo amor”.
A Bíblia possui um poder que pode verdadeiramente transformar a vida das pessoas. Quando as pessoas sinceramente começam a estudar a Bíblia, as vidas são inevitavelmente transformadas.
V. COMO DEUS NOS FALA PELA BÍBLIA.
Depois de criar Adão e Eva, o primeiro homem e a primeira mulher da terra, Deus falava com eles face-a-face. Contudo, quando Deus veio visitá-los depois de pecarem, o que o casal fez?
“Ouvindo o homem e sua mulher os passos do Senhor Deus que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia, ESCONDERAM-SE DA PRESENÇA DO SENHOR DEUS entre as árvores do jardim”. Gênesis 3: 8 (A não ser quando indicado, todos os textos bíblicos da série DESCOBERTAS BÍBLICAS são da Nova Versão Internacional da Bíblia [NVI].).
O pecado interrompeu o contato face-a-face com Deus.
Depois que o pecado entrou no nosso mundo, como Deus passou a se comunicar com as pessoas?
“Certamente o Senhor, o Soberano, não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas”. Amós 3:7
Deus não nos deixou em trevas sobre a vida e seu significado. Através de seus profetas - pessoas que Deus chamou para falar e escrever Suas mensagens ao Seu povo - Ele tem revelado Suas respostas aos grandes questionamentos da vida.
VI. QUEM ESCREVEU A BÍBLIA?
Os profetas transmitiram as mensagens de Deus através da voz e da pena enquanto viviam. Quando morreram, seus escritos continuaram a influenciar as pessoas. Essas mensagens proféticas foram então reunidas, sob a direção de Deus, no livro que chamamos de Bíblia.
6.1 - Mas, podemos confiar no que está escrito na Bíblia?
“Antes de mais nada, saibam que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo”. II Pedro 1: 20, 21
Os escritores da Bíblia escreveram não por seu próprio desejo ou vontade, mas apenas em momentos que eram movidos ou inspirados pelo Espírito de Deus. A Bíblia é o próprio Livro de Deus!
Na Bíblia, Deus nos fala sobre Si mesmo e revela Seus propósitos para a raça humana. Ela apresenta a visão de Deus do passado e também revela o futuro, nos dizendo como o problema do mal será finalmente resolvido e como a paz virá ao nosso mundo.
6.2 - Tudo o que a Bíblia contém é mensagem de Deus?
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça. Para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra”. II Timóteo 3: 16, 17
A razão pela qual a Santa Bíblia afeta tão profundamente os seres humanos é porque “toda” a Bíblia é um documento inspirado por Deus, é o Livro de Deus. Os profetas relataram o que viram e ouviram em linguagem humana, mas sua mensagem veio diretamente de Deus. Por isso, se você quer saber o sentido da vida, leia as Escrituras Sagradas. Ler a Bíblia transforma sua vida. Quanto mais dedicada e honestamente você a ler, mais paz mental você vai experimentar.
O mesmo Espírito Santo que inspirou os profetas a escrever a Bíblia, fará com que os ensinos bíblicos, o evangelho, sejam eficientes para transformar sua vida se você pedir o acompanhamento do Espírito de Deus durante a leitura da Bíblia.
6.3 - A UNIDADE DA BÍBLIA
A Bíblia na verdade é uma biblioteca constituída de 66 livros. Os 39 livros do Velho Testamento foram escritos no período que vai de 1450 a 400 A.C. Já os 27 livros do Novo Testamento foram compostos entre 50 e 100 A.D.
O profeta Moisés começou a escrever os primeiros cinco livros da Bíblia um pouco antes de 1400 A.C. O apóstolo João escreveu o último livro da Bíblia, Apocalipse, por volta de 95 A.D. Durante os 1500 anos entre a época que foi escrito o primeiro e o último livro da Bíblia, pelo menos outros 38 escritores inspirados por Deus deram sua contribuição. Alguns eram homens de negócio, outros pastores de ovelha, pescadores, soldados, médicos, pregadores, reis - seres humanos de todas as classes sociais. Além disso, em geral, todos viviam em contrastantes culturas e filosofias.
Mas aqui está a grande maravilha: Quando os 66 livros da Bíblia, com seus 1.189 capítulos, divididos em 31.173 versos, são reunidos, encontramos unidade e harmonia perfeitas na mensagem que apresentam.
Imaginemos que um homem bate à sua porta e, quando convidado a entrar, coloca um pedaço de mármore de determinado formato no chão da sua sala de estar, e então sai sem dizer uma palavra. Outros visitantes aparecem em seguida. No total, cerca de 40 indivíduos aparecem, e cada um coloca um pedaço de mármore numa posição específica.
Quando o último se vai, para sua surpresa você vê que uma maravilhosa estátua está à sua frente. Além disso, você descobre que a maioria dos “escultores” nunca se encontrou, pois eram provenientes de locais da América do Sul, da China, Rússia, África, e outras partes do mundo. O que você concluiria? Que alguém tinha planejado a estátua e tinha enviado a cada homem instruções detalhadas e específicas do que fazer com seu pedaço de mármore.
A Bíblia como um todo comunica uma mensagem coerente - como se fosse uma estátua perfeita de mármore. Uma mente estava por trás de tudo, a mente de Deus. A incrível unidade das Escrituras evidencia que apesar de os pensamentos terem sido escritos por seres humanos, eles foram inspirados por Deus.
6.4 - VOCÊ PODE CONFIAR NA BÍBLIA
(1) A forma como foi preservada a Bíblia é impressionante. Todos os primeiros manuscritos bíblicos foram copiados à mão muito antes de haver grandes impressoras. Os escribas faziam cópias dos manuscritos originais e os distribuíam. Milhares de cópias de tais manuscritos ou de porções dos mesmos ainda existem.
Manuscritos hebreus do Velho Testamento que são datados de 150 a 200 anos antes de Cristo foram encontrados perto do Mar Morto, em 1947. É maravilhoso saber que estes rolos de dois mil anos de idade continham exatamente as mesmas verdades que encontramos no Velho Testamento das Bíblias impressas atualmente. Essa é uma evidência poderosa de quão confiável é a palavra de Deus.
Os apóstolos primeiramente escreveram o Novo Testamento em forma de cartas que foram enviadas para as igrejas cristãs estabelecidas depois da morte e ressurreição de Cristo. Mais de 4.500 manuscritos completos ou de partes do Novo Testamento estão em exposição nos grandes museus e bibliotecas da Europa e América. Alguns deles são datados do segundo século. Comparando-os com as Bíblias de hoje, podemos facilmente ver que o Novo Testamento também permaneceu essencialmente inalterado desde que foi primeiramente escrito.
Atualmente, a Bíblia, ou porções dela, tem sido traduzida para mais de 2.060 línguas e dialetos. Ela é o livro mais vendido do mundo: mais de 150 milhões de Bíblias e porções bíblicas são vendidas a cada ano.
(2) A precisão histórica da Bíblia é impressionante. Muitas descobertas arqueológicas têm confirmado drasticamente a precisão da Bíblia. Os historiadores têm descoberto tabletes de argila e monumentos de pedra que têm trazido luz a nomes, lugares e eventos conhecidos previamente apenas na Bíblia.
Por exemplo, de acordo com Gênesis 11: 31, Abraão e sua família “juntos partiram de Ur dos Caldeus para [ir à terra de] Canaã”. Por estar citada apenas na Bíblia, os escolásticos afirmavam que a cidade de Ur nunca existira. Então, os arqueólogos descobriram uma torre de um templo no sul do Iraque com um cilindro em sua base todo coberto com escrita cuneiforme. Ali estava contido o nome da cidade de Ur. Mais tarde, descobertas revelaram que Ur era uma metrópole bem sucedida de uma civilização altamente desenvolvida. Essa identidade da cidade havia sido esquecida, apenas a Bíblia preservara seu nome, até que a pá dos arqueólogos confirmou sua autenticidade. E Ur é apenas um dos muitos exemplos em que a arqueologia confirma a precisão da Bíblia.
(3) A precisão do cumprimento das predições bíblicas mostra que você pode confiar na Bíblia. A Escritura contém muitas predições impressionantes sobre eventos futuros, que agora estão se cumprindo diante de nossos olhos. Examinaremos algumas dessas profecias entusiasmantes nas lições futuras.
6.5 - COMO ENTENDER A BÍBLIA
Ao explorar a Palavra de Deus, mantenha esses princípios em mente:-
(1) Estude a Bíblia com um coração aberto. Se você meditar nas Escrituras com o coração e a mente abertas através da oração, o estudo se torna um contato pessoal com Jesus
(João 16: 13, 14).
(2) Leia a Bíblia diariamente. O estudo diário da Bíblia é a chave para o poder em nossa vida, um encontro com a mente de Deus ( Romanos 1: 16 ).
(3) Ao lê-la, deixe que a Bíblia fale por si mesmo. Pergunte: o que o escritor bíblico queria dizer? Ao meditar sobre o que um texto significa você poderá aplicá-lo de maneira inteligente à sua vida hoje.
(4) Estude a Bíblia por assunto. Compare texto com texto. Jesus usou este método para provar que Ele era o Messias:
“E começando por Moisés e todos os profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras”. Lucas 24: 27
Ao colocar em seqüência tudo o que a Bíblia tem a dizer sobre um determinado assunto, ganhamos uma perspectiva equilibrada.
(5) Estude a Bíblia para receber o poder para viver por Cristo. A Palavra de Deus é descrita em Hebreus 4: 12 como uma espada afiada de dois gumes. Ela tem mais do que palavras numa página, ela é uma arma viva em nossas mãos para lutar contra as tentações do pecado.
(6) Ouça enquanto Deus fala com você através de Sua Palavra. Se uma pessoa deseja conhecer a verdade bíblica sobre determinado assunto, ele ou ela precisa estar desejoso de seguir o que as Escrituras ensinam (João 7: 17), não o que alguém pensa ou o que é ensinado por alguma igreja.
6.6 - A BÍBLIA PODE MUDAR SUA VIDA.
“A explicação das Tuas [de Deus] palavras ilumina e dá discernimento aos inexperientes”.
Salmos 119:130
Estudar a Bíblia irá fortalecer seu “discernimento”, irá fortalecer você para superar os hábitos destrutivos, e irá capacitar você a se desenvolver física, mental, moral e espiritualmente.
A Bíblia fala ao coração. Ela lida com experiências da humanidade - nascimento, amor, casamento, paternidade e morte. Ela cura as feridas mais profundas da natureza humana, o pecado e a miséria que resulta dele.
A Palavra de Deus não é um livro sobre uma raça, uma era, uma nação ou uma cultura. Apesar de ter sido escrita no Oriente, ela também apela a homens e mulheres no Ocidente. Ela entra em lares de pessoas humildes e em mansões de ricos. Crianças amam suas histórias entusiasmantes. Seus heróis inspiram os jovens. O doente, o solitário e o idoso descobrem nela conforto e esperança para uma vida melhor.
Por Deus atuar através da Bíblia, ela tem grande poder. Ela quebra até mesmo os corações endurecidos contra todas as emoções humanas, amolecendo-os e enchendo-os de amor. Temos visto a Bíblia transformar um bandido e fumante de ópio em um pregador zeloso. Temos visto a Bíblia transformar um mentiroso e enganador num honesto e sincero professor. E temos visto esse Livro agarrar pessoas no limite do suicídio e dar-lhes esperança para recomeçar. A Bíblia produz amor entre inimigos. Ela transforma o orgulhoso em humilde, e o orgulhoso em generoso. A Bíblia nos fortalece em nossas fraquezas, nos anima nos momentos de desânimo, nos conforta no sofrimento, nos guia na incerteza, e nos acalma quando preocupados. Ela nos mostra como viver e morrer sem medo.
O Livro de Deus, a Bíblia, pode transformar sua vida! Você verá isso mais claramente ao continuar estudado as lições deste maravilhoso trimestre.
Por que a Bíblia foi escrita? Jesus responde:- ”Mas estes [verdades bíblicas] foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em Seu nome”. João 20: 31
A maior razão pela qual deveríamos nos tornar familiarizados com as Santas Escrituras é que ela está cheia de imagens que nos revelam Jesus Cristo e que nos asseguram a vida eterna. Ao olhar para Cristo através da Bíblia somos transformados e nos tornamos mais semelhantes a Ele. Assim, por que não começar agora a descobrir o poder da Palavra de Deus que pode tornar você mais semelhante a Jesus?
VII - Deus Ainda Revela Sua Palavra Hoje em Dia?
Dos dias de Adão e Eva até o tempo dos apóstolos, Deus revelava seu plano passo a passo. À medida que Deus revelou cada parte, ele confirmou a mensagem com sinais e milagres. Em Jeremias 31, próximo ao fim da revelação dada no Velho Testamento, Deus prometeu fazer uma nova aliança com seu povo, assim predizendo que ele mandaria a mensagem do Novo Testamento. Esta nova aliança começou a ser anunciada por Jesus.
Ele disse que não deu toda a mensagem por ele mesmo, mas que o Espírito Santo revelaria o restante do evangelho através dos apóstolos (João 16: 12-13). Esta promessa foi, de fato, cumprida, e o evangelho foi completamente revelado e confirmado no primeiro século = (Hebreus 2:3-4).
Mas, e agora? O Novo Testamento já foi dado para nós por completo? Deus ainda está revelando seu plano? Devemos nós esperarmos por uma revelação mais ampla no futuro?
Numerosos grupos afirmam que Deus tem revelado mais mensagens através deles. Os mórmons, por exemplo, ensinam que Joseph Smith recebeu uma tradução inspirada de uma mensagem especial de Deus no século XIX. Esta mensagem foi escrita no Livro do Mórmon e em outros livros e ensinamentos da igreja Mórmon. Os Adventistas do Sétimo Dia acreditam que Deus revelou mais de sua mensagem através de Ellen G. White nos Estados Unidos há 150 anos atrás. As Testemunhas de Jeová ensinam que a Sociedade Torre de Vigia é o servo de Deus através do qual o Senhor revela suas mensagens para hoje.
A igreja Católica ensina que os pronunciamentos do papa são a revelação de Deus e que a igreja continua a desenvolver e definir as doutrinas do evangelho. Muitas igrejas Pentecostais recebem semanalmente, até mesmo todas as noites, mensagens dos profetas e profetisas, que afirmam ser a revelação da vontade de Deus para as vidas de determinadas pessoas. As pessoas que freqüentam centros espíritas dizem que recebem mensagens especiais de Deus através dos espíritos dos mortos.
A Bíblia nega todas estas afirmações. De acordo com o ensinamento das Escrituras, o Novo Testamento é a última revelação de Deus para o homem e não há mais revelações. Vejamos algumas afirmações das Escrituras.
A Revelação Está Completa:- Jesus prometeu que o Espírito Santo guiaria os apóstolos a toda a verdade (João 16:13). Os apóstolos disseram que eles não deixaram de anunciar nada
(Atos 20: 27) e que Deus tinha dado todas as coisas que pertencem à vida e ao serviço espiritual (2 Pedro 1:3). Os primeiros cristãos conheciam todas as coisas (1 João 2:20,27). Paulo, em Colossenses 2, argumentou vigorosamente que havia perfeição em Cristo no primeiro século. Ele ensinou que Cristo contém todos os tesouros da sabedoria e conhecimento, toda a plenitude da divindade, a verdadeira circuncisão, etc.
Se a perfeição já estava disponível em Cristo no primeiro século, como pode ainda existir mais alguma mensagem para Deus nos revelar? Se a Torre de Vigia, Allan Kardec, ou Ellen G. White podem nos dar uma revelação posterior, então aqueles a quem Paulo escreveu em Colossos não foram realmente completos em Cristo.
As Escrituras que já foram reveladas no primeiro século foram suficientes para completar a alegria do cristão, mantê-lo longe do pecado, dar a ele o conhecimento da possessão da vida eterna, dar a ele a sabedoria para a salvação, ensiná-lo, repreendê-lo, corrigi-lo e instruí-lo na justiça = (1 João 1:4; = 2:1; = 5:13; = 1 Timóteo 3:15; 2 Timóteo 3:16). Através das Escrituras reveladas no primeiro século, o homem de Deus podia ser adequado e preparado para toda a boa obra (2 Timóteo 3:17). O que mais poderia nos prover uma outra revelação hoje em dia?
7.1 - Os Cristãos Devem Segurar. Firme o Evangelho Já Revelado
“Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa” (2 Tessalonicenses 2:15).
“Para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos” (2 Pedro 3:2).
“Vós, porém, amados, lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo” (Judas 17).
Estas passagens são muito importantes. Elas indicam que o servo de Deus deve olhar para atrás e ver a mensagem revelada pelos apóstolos e guardá-la, e não ficar à espera de mensagens vindouras. As Escrituras nos encorajam para permanecermos na revelação original e não procurar desenvolvê-la com uma outra revelação do Senhor.
Conclusão
RELACIONAMENTO:- O Espírito Santo capacita os homens a chegarem a Deus por Cristo. Apossar-se da graça de Deus em Cristo não é ato da inteligência humana obscurecida e desvalida. É obra do Espírito Santo. Dele disse nosso Senhor: “…quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo” (Jo 16.8). E de Cristo lê- se: “Ninguém vem ao Pai, senão por mim”(Jo 14.6b). Há, portanto, um verdadeiro relacionamento entre as três pessoas da Divindade, O Espírito Santo capacita o homem a apossar-se de Cristo para salvação.
Ninguém pode dizer que Jesus Cristo é Senhor, senão pelo Espírito Santo (1 Co 12.3 e ss). Assim sendo, o Espírito Santo, Cristo e o Pai, estão bem relacionados, pois onde o Espírito Santo está, aí está Cristo; e o que o Espírito Santo faz, também o faz Cristo.
O Espírito tanto é chamado o “Espírito de Cristo” como o “Espírito de Deus”(Rm 8.9). O Senhor é Espírito (2 Co 3.17,18). Cristo está presente no Espírito e através do Espírito
(Mt 18.20; = 28.19; = J0 14.16,18).
a. Outro aspecto de relacionamento. Outro aspecto da matéria: o Espírito cria em nossos corações o espírito de filiação para com Deus. “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16).Ele nos leva a reconhecermos que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo (Rm 8.17). Tal consciência ou convicção jamais viria até nós senão por obra do Espírito de Deus operando em nós. Com efeito, cada qual destes, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, é reconhecido na Bíblia e na experiência cristã como Deus, e não obstante distintos entre si ( Jo 1.1; = At 5.3,4; = Rm 9.5; = Ef 1.3,17).
Precisamos reconhecer que o que conhecemos de Deus é bem pouco.
Precisamos investir na busca de intimidade com Deus. Isto inclui conhecimento da palavra, obediência, oração, jejum, etc. Assim avançaremos no conhecimento do próprio Deus e nos tornaremos aptos para o ministério, para que possamos ter um relacionamento pessoal com Deus. Amém
Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados - MS
Evangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar)
4° Trimestre 2008 - Tema: 2º Lição – O Deus que se Comunica com os Homens
Bibliografia:-
Bíblia de Estudo Pentecostal Edição 1995
Bíblia de estudo Genebra 2 Edição 1993
Bíblia de estudo Profecias 2001
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia 24 Edição por Myer Pearlman
Quem é Deus? Severino Pedro da Silva
http://www.geocities.com/ – Prof. Anísio Renato de Andrade
sábado, 4 de outubro de 2008
4º trimestre / 2008 - Lição 01
Lição 01 - O Deus da Bíblia
Leitura Bíblica em Classe
Sl 136.1-9,26.
Introdução:
I. A existência de Deus
II. A limitação humana diante de Deus
III. A diferença entre o Deus da Bíblia e os falsos deuses
IV. Deuses que não são da Bíblia
Conclusão:
Autor deste comentário: Esdras Costa Bentho. Autor das obras Hermenêutica Fácil e Descomplicada e a Família no Antigo Testamento: história e sociologia, ambos da CPAD.
Título deste subsídio: A Existência de Deus
Palavras-chaves: Existência de Deus; Teísmo; Ateísmo; Agnosticismo; Linguagem Teológica
Introdução
As Sagradas Escrituras não se preocupam em provar a existência de Deus. Sua existência é fato estabelecido. Esta é a razão pela qual a Bíblia não oferece ao homem moderno qualquer prova racional quanto à existência de Deus. “No princípio criou Deus” (Gn 1.1), é o prólogo insofismável das Escrituras. Deus existe antes de tudo e de todos! Nesta simples e contundente afirmação a Bíblia nega:
a) o ateísmo: para o qual Deus não existe;
b) o politeísmo: para o qual existem muitos deuses;
c) o evolucionismo: para o qual a matéria evoluiu "continuamente";
d) o fatalismo: para o qual a vida surgiu do acaso, sem qualquer propósito;
e) o agnosticismo: para o qual Deus não pode ser conhecido.
A segunda parte da proposição sagrada não deixa de ser menos apologética: "... criou Deus os céus e a terra". Nesta verossímil afirmação a Escritura nega:
a) o panteísmo: que confunde Deus com a criação;
b) o materialismo: que afirmar a eternidade da matéria. [1]
A primeira declaração da Escritura acerca de 'Ĕlōhîm (O Criador, o Forte e Poderoso Senhor) é um testemunho irrefutável de sua existência soberana. O Senhor é 'Ĕl hashshāmāyin, isto é, o "Deus dos céus" (Sl 136.26), incapaz, portanto, de ser confundido com a criatura, ou como afirma o nome 'Ĕl 'ēchād, literalmente "o Único Deus" (Ml 2.10), impossível de ser confundido com outros deuses. Por conseguinte, a Sagrada Escritura só reconhece o Único e Soberano Deus de Israel.
Teorias que Negam a Existência de Deus
1. Ateísmo
O vocábulo ateu é formado pelo prefixo grego de negação a (“não”, “provação”, “negação”) e pelo substantivo theos, isto é, “deus” ou “Deus”. Literalmente, atheos significa “sem Deus”. A palavra “ateísmo”, no entanto, é formada pelos dois termos anteriores e o sufixo “ismo” que denota “doutrina”, “sistema”, ou “ensino”. O ateu é aquele que não crê em Deus, enquanto o ateísmo designa a filosofia ou os ensinos dos ateus. Ateísta é aquele que nega a existência de Deus e acredita que existam provas contra a existência do Divino.
O ateísta procura explicar todas as coisas a partir da matéria, do natural e visível. Nas Escrituras o ateísmo professo é considerado mais um problema moral do que filosófico ou existencial. O néscio (hb. nābāl)[2] que nega a Deus (Sl 14.1), não o faz por motivos filosóficos, mas pela suposição prática de que pode viver sem Ele (Sl 10.4). As Escrituras também reconhecem a possibilidade de “suprimir” de modo deliberado e, portanto, culpável, o conhecimento de Deus (Rm 1.18).
Segundo o contexto neotestamentário o ateísta não é apenas aquele que não crê na existência de Deus, mas pode ser também um teísta que não conhece o verdadeiro Deus: “Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1 Co 8.5,6). Em Efésios 2.12 lemos: “naquele tempo, estáveis sem Cristo [khōris Christou], separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus [ắtheoi] no mundo”. (grifo nosso). O termo grego ắtheoi, neste contexto, tem o sentido de “não pertencente a Deus”, “sem Deus”, em vez do significado corrente de negar racionalmente a existência de Deus, como o fazem os filósofos ateus. Esse ateísmo é mais prático e moral do que existencial e filosófico. Observe que ắtheoi em Efésios, não pretende afirmar que a pessoa não crê em alguma divindade, mas que ignora a existência do Deus de Israel. É assim que devemos entender o advérbio de negação khōris, traduzido em diversas passagens por “separadamente”; “à parte de alguém”; “longe de alguém”. Literalmente a expressão khōris Christou, quer dizer “longe de Cristo”, “afastado de Cristo” e não antichristo, isto é, “contrário ou oposto a Cristo”.
2. Politeísmo
A expressão paulina em 1 Co 8.5 theoi polloi, isto é, “muitos deuses”, formam a palavra “politeísmo”. O politeísmo como sistema filosófico-religioso acredita que existem diversas divindades. Segundo Geisler o politeísmo "é a cosmovisão que afirma a existência de muitos deuses finitos no mundo". [3] Para o politeísta há o "deus da água, do fogo, da guerra" e assim por diante. O politeísmo, como anteriormente afirmamos, é uma forma de ateísmo, segundo o contexto do Novo Testamento. O politeísmo está engajado contra o monoteísmo cristão.
3. Agnosticismo
O termo agnosticismo é formado pelo "a" privativo ("não" – negação) e pelo substantivo "gnōsis" [4], isto é, "conhecimento"; literalmente "não-conhecimento". Agnosticismo é a filosofia religiosa que afirma a impossibilidade de se conhecer a Deus. Segundo o agnóstico não é possível saber se Deus existe ou não. O agnóstico critica o ateu e o teísta pelas pressuposições que assumem: a convicção de que Deus não existe e a certeza de que Deus existe. Por extensão, designa aquele que acredita que não existam provas suficientes para provar ou negar a existência de Deus. Teologicamente, o agnosticismo afirma que é impossível ao homem obter conhecimento a respeito de Deus. Não se pode provar ou refutar Sua existência. O agnosticismo é um sistema que contradiz a si mesmo, pois se não é possível saber com absoluta certeza, como eles mesmos estão certos de que não é possível negar ou confirmar a existência de Deus? Quando o vocábulo foi criado em 1869 por T.H. Huxley (1869) era usado para designar o ceticismo religioso.
4. Panteísmo
A palavra “panteísmo” procede do prefixo “pan”, "muito", "tudo", e do substantivo “theos”, literalmente significa “tudo é Deus”. Esta expressão refere-se aos sistemas religiosos que identificam Deus com o mundo. Para o panteísta tudo é Deus. O panteísmo confunde Deus com a natureza, o Criador com a criação: árvores, pedras, terra, água, todos são partes, segundo afirmam, de Deus (Rm 1.23). Deus e a criação são apenas um – indivisível, indissociável, imanente. O panteísmo também defende a imanência radical de Deus, pois crê que Deus está e é tudo. Como já observamos anteriormente, a Bíblia não confunde o Criador com a criatura, muito menos ensina a natureza como emanação divina. Deus, embora ativo na história, está separado das coisas criadas e controla toda a criação. Ele não é idêntico às criaturas, em menor ou maior grau. O panteísmo também nega o caráter pessoal de Deus ao identificá-lo com o mundo material.
5. Materialismo
O materialismo declara que a única realidade é a matéria, o tangível, as coisas concretas, não espirituais. Não crê na existência de Deus porque não O vê. Todas as coisas se explicam naturalmente e através dos agentes físicos e materiais. O materialismo, freqüentemente, tem sido colocado em oposição à vida, à mente, à alma ou ao espírito. Uma preocupação com a matéria tem significado, tradicionalmente, uma preocupação com os prazeres mundanos e os confortos físicos em contraste com o bem religioso e espiritual.
Afinal, Quem é Deus?
Todas e quaisquer definições intelectuais acerca de Deus se confinam à limitação humana: “Porventura, alcançarás os caminhos de Deus ou chegarás à perfeição do Todo-Poderoso” (Jó 11.7). Definir, em última análise, significa limitar. Envolve a inclusão do ser ou objeto definido dentro de uma determinada classe. Deus não pode ser satisfatoriamente definido. Ele é muito mais do que as palavras significam. O Eterno não está confinado aos sentidos da limitada linguagem humana. Hegel chamava de "consciência infeliz", o fato de o finito, o homem, tentar definir o Infinito, Deus. Temos neste ponto o desafio e confronto da linguagem apofática e catafática na teologia. A linguagem do Mistério e do revelado, do cognoscível e Incognoscível, do Transcendente e do imanente, o Deus dos filósofos e o Deus de Abraão. Como afirma a Bíblia a respeito de Deus, hā'ēl haggādôl wehannōrâ – "Deus, grande e terrível" (Ne 1.5; 4.14; 9.32; Dt 7.9). Quem é suficientemente sábio para compreender a sublimidade dessas palavras? Porém, a Bíblia declara a existência de Deus e revela seu caráter e natureza com bases racionais suficientes para se estabelecer um conceito coerente a respeito dEle, de seus atributos e natureza. Ninguém pode definir a Deus satisfatoriamente à parte daquilo que as Escrituras afirmam acerca de Deus. Lembremos, com muita humildade e devoção, que Deus não pode ser definido em sua natureza transcendente, pois Ele é o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último. Ele é O Eterno (Jo 1.18).
Notas
[1] Ver BAXTER, J.Sidlow. Examinai as Escrituras. São Paulo: Vida Nova, 1992, p.36.
[2] No hebraico "ser insensato", "tolo". O termo é usado para indicar a repugnância ou desprezo do hagiógrafo pelas pessoas que zombam da rocha de sua salvação (Dt 32.15) ou trata o pai com desdém (Mq 7.6). Deus torna o recalcitrante desprezível (Na 3.6). O termo enfatiza que a pessoa tem comportamento vil e vergonhoso. Moisés censurou sua geração, chamando-a de ‘am nābāl, “povo louco” (Dt32.6).Cf. R. Laird HARRIS (et al), Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento,1998,p.909-910.
[3] GEISLER, Norman. Enciclopédia de apologética. São Paulo: Vida, 2001, p. 707.
[4] No grego, conhecimento nos textos de Lc 1.77; 11.52; Rm 11.33; 1 Co 8.7,7,11. Com o genitivo significa o conhecimento pessoal de alguém (Fp 3.8).
Adquira as obras do autor:
Hermenêutica fácil e descomplicada, CPAD.
A Família no Antigo Testamento, CPAD.
sábado, 27 de setembro de 2008
Cristo, única esperança desta geração - Pr. Osiel Varela
in Subsídios Lições
Cristo, a Única Esperança Desta Geração.
LIÇÃO 13-CPAD Autor: Osvarela
Texto Áureo:
Rm. 15.13: Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo.
Leitura Bíblica em Classe: Rm.8.18:Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará?Mas, se esperamos o que não vemos com paciência o esperamos.
Esperança:
. No Hebraico do Antigo Testamento
yahal - esperar, aguardar.
yahil - espera, usado somente em Lamentações 3:26.
tohelet - esperança.
kesel - confiança, esperança.
mabat - esperança, expectativa - Zacarias 9:5, Isaías 20:5 -6.
miqweh - esperança.
As palavras - miqweh e - tiqwa - que são traduzidas por esperar ou esperança explicam uma das maiores características da vida de fé que é esperar com certeza inabalável. Esperar com certeza inabalável quer dizer suportar pacientemente com uma confiante esperança de que Deus agirá decisivamente em favor da salvação de Seu povo - ver Gênesis 49:18[A tua salvação espero, ó Senhor!]. Esperar constituí a própria essência daquilo que somos, pois é com nossas almas que aguardamos no Senhor - ver Salmos 130:5.” Aguardo ao Senhor; a minha alma o aguarda, e espero na sua palavra.”
tiqwa - esperança.
sabar - esperança - aguardar, ter esperança (no Piel = forma intensa).
seber - esperança.
Elpídio: Grego - O que tem esperança
Esperança:Mitológico - Deusa romana considerada a irmã do sono
Eretz - Terra
Eretz Yisrael -Terra de Israel (do hebraico ??? ?????)
Elpis - Esperança
Elpis Israel - Esperança de Israel
Exemplos de tipos de Esperança:
- Esperança no ser humano - Quando coloco a expectativa no homem. Muitas pessoas fazem isso, e podem ser inspirados a grandes realizações.
- Esperança em sociedades - Quando se espera do coletivo, das normas e éticas, quando o foco está no conjunto, também nesse caso há virtudes e decepções.
- Esperança na vida - Isso muitas vezes torna turva a minha visão, por ser uma expectativa no abstrato ou algum projeto que será frustrado.Um evento cmo a quebra de bancos nos EUA pode frustrar os planos de muitos pelo mundo afora..
- Esperança no eu, em mim - Vai desde o conjunto de forças intelectuais, emocionais, físicas, gerando-me auto-confiança. Sal 39:7 - Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.
Salmo 40 “Esperei com paciência no Senhor”
- A Verdadeira esperança é aquela colocada em Jesus Cristo - O Homem de Nazaré.
I -Elpis Israel - Esperança de Israel.
Não é sem razão que o hino nacional de Israel é - ‘ A Hatikva - A Esperança’. Suas palavras calam fundo na alma judaica. Falam da esperança imortal do povo judeu ao longo dos anos de exílio, do acalentado sonho de um dia retornar, soberano e independente, à sua terra ancestral.
Ninguém mais do que Israel vive na contínua esperança, de uma redenção completa, em um todo de espera secular e de Promessa patriarcal em Abraão, seja uma redenção espiritual, secular, como povo e como Nação.
“Mesmo durante os longos anos em que Eretz Israel esteve nas mãos de povos estrangeiros e os judeus viveram sob seu domínio, a esperança de independência e o anseio por liberdade jamais feneceram. Esse é o tema da segunda estrofe do hino, que canta o desejo do povo judeu, de geração em geração - espalhado pelo mundo ou oprimido na terra de seus ancestrais.” DO SITE MORASHA.
As promessas proféticas Elpis Israel - mantêem viva a chama da redenção.
Viver as condições de opressão como vive o estado de Israel, destarte a posição de defesa dos seus vizinhos, é uma parábola viva da Igreja e o mundo atual.
Sal 78:7 - Para que pusessem em Deus a sua esperança, e se não esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos.
Pro 13:12 - A esperança adiada desfalece o coração, mas o desejo atendido é árvore de vida.
A esperança de Israel perdura pelo conhecimento, ainda que muitas vezes sublimado, mas mantido de geração em geração, pela oralidade histórica comunicada de pais a filhos, onde eles ouvem e guardam as palavras proféticas como de Jeremias: Jer. 31:17 - E há esperança quanto ao teu futuro,
II - Esperança Desta Geração.
Nós os gentios vivíamos sem esta esperança e em Cristo Jesus Nosso Senhor, a alcançamos como viva esperança.
1Pe 1:3 - Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.
A falta de esperança no Mundo é um dos fatores inconscientes e mais desprezados entre os estudiosos seculares, como germe causídico, da violência, do desamor da desagregação da família, da vida desenfreada na concupiscência e muitas vezes razão de suicídios de alguns desesperançados, sem saber qual será o seu futuro.
Vivemos na geração das novidades descartáveis, vivemos na geração dos homens [antropológico] descartável.
Vivemos na geração da volatilização do poder, seja ele, autoritativo ou financeiro, o que é bilionário hoje pode numa virada, como vivemos nestes dias deste mês, ser um mísero milionário, e no seu consciente ou na sua ganância sentir-se um nada sem esperança.
As pessoas comuns casam-se numa esperança de viver uma vida feliz e sossegada com a mulher dos seus sonhos, e poucos anos, se ali chegar esta se separando, na imitação das cenas televisivas e cinematográficas em que tudo é passageiro.
Este comportamento está criando uma multidão de desesperançados.
Mesmo no interior de nossas Igrejas, devido as famosas ‘profecias’ muitos se desesperam por não vê se cumprir, mesmo que seja uma real promessa profética de Deus, não temos paciência para alcançar o dia do seu cumprimento, chegando a perder a esperança.
A geração da Internet tem uma característica: a falta de paciência, que acaba não produzindo a esperança.
Rom.5.1.ss: TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos
A confusão de crenças, igrejas, nomes de denominações, dúvidas sobre a existência de Deus gera no homem desta geração, que nunca ouviu tanta coisas correlatas ás aspirações do seu espírito e alma que encontra-se em confusão.
Mas, ao aceitar Jesus Cristo como única e fiel esperança ele verá que todas estas tribulações e anseios da alma e do dia-a-dia serão transformados em Esperança verdadeira que só em Cristo não nos deixa confundidos,
Lam 3:26 - Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor.
No sentido principal da palavra esperança está o segredo para esta geração. Esta é uma geração do ver para crer e não crer para ver, muito disto já entrou no meio da Igreja e está assentado nos bancos e até nos púlpitos.
II -a- Seremos a geração Tomé?
Job 17:15 - Onde, pois, estaria agora a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver?
III - A esperança se perdeu?
Heb 10:23 - Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.
PARA UM MUNDO SEM Deus parece não haver solução.
“Tikavatenu”, ou seja, “nossa esperança”.
Ezequiel 37.11:Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados.
Muitos, já se dão como perdidos, seja em suas mazelas, seja em seus pecados, como disse o Apóstolo Paulo, que o pecado malignamente se aproveitou, da consciência que o homem é pecador.
Neste raciocínio, muitos se quedam e se conformam sem esperança de salvação, adentrando no espaço vazio e lúgubre do ‘já estou perdido então. ‘Não tem outra expressão como usou o profeta: E o profeta Zacarias usa uma das mais inusitadas expressões para se referir ao povo de Deus ao chamá-lo de “presos da esperança” - ver Zacarias 9:12.” Voltai à fortaleza, ó presos de esperança; também hoje vos anuncio que vos restaurarei em dobro.”
Rom. 6.1,2,14:QUE diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?:Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei,
IV - A PORTA DA ESPERANÇA;
Petach Tikva significa “a porta da esperança”, expressão do profeta Oséas, capítulo 2, na qual se refere ao tempo em que Deus retornará ao seu povo e então o vale sombrio será substituído pela “porta da esperança”.
Oséas, capítulo 2.15: E lhe darei as suas vinhas dali, e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará…
Há ainda um hino a ser entoado por uma grande e milionária multidão - Cristo, a única esperança.
Nós como Igreja, já encontramos, a porta - Jesus de Nazaré.Ele é a verdadeira Petach Tikva desta geração!
Há na TV brasileira um senhor que usou do conhecimento desta palavra devido as suas origens e criou um programa que buscava dar esperança em bens materiais aos necessitados e criava toda uma expectativa de melhora, ainda que pequena, aos mesmos.
Porém a Igreja tem a verdadeira porta, por onde quem entrar achará e terá a esperança eterna e viva.
João 10.9: Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
O pastor de ovelhas dorme na entrada do aprisco de maneira que para entrar no aprisco tem que passar por cima dele.
Tudo o que esta geração precisa é encontrar a porta - Jesus - para sentir-se abrigada e esperançosa que terá um amanhã.
Hoje mesmo, dos muitos saíram de casa, talvez não voltem, ou melhor, com certeza não voltarão, basta ver a estatística de morte, no trânsito, dos que trabalham como ‘moto boys’ [um 'office-boy' que usa motocicleta para sua locomoção], em São Paulo é uma morte por dia entre esta classe de trabalhadores, muitas vezes aborrecidos momentaneamente por nós.
Sal 39:7 - Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.
Devemos anunciar como no hino de Israel, onde o poeta trocou a frase “nossa esperança foi perdida” por “ainda não passou nossa esperança”.
Ezequiel 37.11: Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados.
Ossos secos, como esta geração se situa podem ter esperança e serem fortalecidos côo na visão do profeta, poderão ter músculos, nervos e pele e por fim vida em Jesus o autor da vida e da esperança.
Em Cristo os homens desta geração poderão cantar:” Hatikva - A Esperança’”
Lembro-me de uma Campanha que participei, à épocva, de muitas campanhas evnagelísticas existentes por este Brasil, afora, chamava-se ‘Cristo, a Única Esperança’, similar ao tema da nossa Lição deste trimestre, a última do mesmo.
Sob este lema muitas almas aceitaram à Cristo.
Por quê?
Porque lhes faltava esperança.
A mensagem daqueles dias continua sendo real e verdadeira para um mundo em crise, para uma geração trancafiada em seus quartos, madrugadas à dentro, junto a um computador, falando com uma pessoa que se diz ser alguém e não é nem a sombra do personagem digital [o mundo dos avatares], em que estes se isolam da família da Igreja e de Deus, só nos resta “Cristo, como a Única Esperança Desta Geração”.
Como os nossos irmãos israelitas, esta geração precisa e deve tomar alguns cálices:
1. O primeiro copo era chamado o cálice da santidade.
2. O segundo copo era chamado o cálice da instrução. Esta geração precisa aprender a Palavra de Deus. E para a Igreja o cálice da Santa Ceia, nos serve de instrução sobre a obra de Cristo para nos libertar da escravidão do pecado.
3. O terceiro copo era chamado o cálice da redenção. Este foi o cálice referido pelo Senhor como símbolo do seu sangue. Pelo sangue derramado por Cristo, esta Geração hodierna pode ter esperança. Cristo disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Depois, tomando um cálice, deu graças e deu-lho dizendo: Isto é o meu sangue, o sangue do novo pacto, fazei isto em memória de mim.
4. O quarto copo era chamado o cálice da esperança. Era o copo final, o cálice da alegria, tomado no final da refeição como nós tomamos o último copo num casamento. Foi este cálice que Jesus disse que não beberia até que venha o Reino de Deus e possa bebê-lo com a sua noiva. Ou, d’outra maneira: “Até àquele dia em que o beber novo no Reino de Deus”. No final cantavam o grande Hallel, os Salmos 114 a 118.
A esperança da nossa Ceia celestial, com Jesus Cristo, deve abundar os corações de nossa geração como a refeição terminava com ação de graças por um deles e o amém por todos.
Fonte:
Morasha
Beth-shalom
Bíblia digital Chamada
Cilisboa.org
Joaquim Cantaga
Rabino Dr. Abraham Skorka
Reitor do Seminário Rabínico Latinoamericano “M:T: Meyer”
Rabino de la comunidad Bnei Tikva
MASORTI, Buenos Aires
Osvarela
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
RESISTINDO OS APELOS DO MUNDANISMO - Pr. Adilson Guilhermel
Lição 12 – 21/09/2008
Texto Bíblico: Romanos 12.2 E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
SÓ QUEM MORRE PARA O MUNDO, SABE VIVER NELE
1. REFREIE OS SENTIMENTOS CARNAIS
Saiba conter os impulsos – Tg 3.4 Vede também as naus que, sendo tão grandes, e levadas de impetuosos ventos, se viram com um bem pequeno leme para onde quer a vontade daquele que as governa.
Saiba vencer as tentações – Tg 1.14 Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.
Saiba evitar os enganos – Jó 15.31 Não confie, pois, na vaidade, enganando-se a si mesmo, porque a vaidade será a sua recompensa.
2. BUSQUE AS RENOVAÇÕES MENTAIS
É preciso apreender mais de Deus – Sl 27.4 Uma coisa pedi ao SENHOR, e a buscarei: que possa morar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do SENHOR, e inquirir no seu templo.
É preciso conhecer mais de Deus – Ec 7.25 Eu apliquei o meu coração para saber, e inquirir, e buscar a sabedoria e a razão das coisas, e para conhecer que a impiedade é insensatez e que a estultícia é loucura.
É preciso alcançar mais de Deus – Hb 4.16 Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.
3. DESEJE AS EXPERIENCIAS DIVINAS
Elas nos são beneficentes – Sl 68.19 Bendito seja o Senhor, que de dia em dia nos carrega de benefícios; o Deus que é a nossa salvação.
Elas nos são satisfatórias – Is 55.2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura.
Elas nos são renovadoras – 2 Co 4.16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
Pr Adilson Guilhermel - www.pastorguilhermel.com.br
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Neopaganismo, um mal a ser combatido - José Roberto
Lição - 11
Texto Áureo: Hb. 3.12 – Leitura Bíblica em Classe: II Pe. 3.12
Objetivo:
Despertar a igreja à vigilância alicerçada na Palavra de Deus, a fim de combater eficazmente o neopaganismo.
INTRODUÇÃO
Em resposta ao materialismo, algumas pessoas estão indo para um outro extremo, na direção ao paganismo. A fim de esclarecer aqueles que se encontram ligados às práticas do neopaganismo, e de alertar a igreja em relação aos males advindos desse tipo de superstição, estudaremos, na lição de hoje, os seguintes aspectos: 1) a definição do que seja paganismo e neopaganismo; 2) as sutilezas modernas do neopaganismo; e 3) como combater o mal do neopaganismo.
1. DEFINIÇÕES: PAGANISMO E NEOPAGANISMO
Em sentido amplo, a palavra “pagão” pode significar “nação”, isto é, todo povo que, anteriormente, não professava a fé judaica. A raiz dessa palavra é latina, vem de pagus – país, depois, acabou por significar tudo o que não é civilizado. Em sentido restrito, principalmente no cristianismo, o paganismo passou a ser toda e qualquer religião que se fundamenta na adoração idólatra. Na atualidade, esse termo, bem como a idéia de neopaganismo, tem conotação religiosa. Por assim dizer, um pagão é todo aquele que não recebeu o evangelho de Cristo. Mais especificamente, diz respeito àquele que vive em práticas religiosas primitivas. No presente, algumas dessas antigas práticas, comuns entre os religiosos não-cristãos, estão se difundindo na sociedade. O neopaganismo, ao ser analisado desse prisma, não passa de um remendo novo em odre velho. Citamos, como exemplo, o Movimento da Nova Era que surgiu nos anos 70, e ganhou notoriedade nos anos 80, e que tem envolvido várias pessoas em práticas ocultistas. É comum, nesses últimos anos, identificar um crescimento significativo de crenças pagãs tais como: culto aos anjos, influências dos cristais, decifrações cabalísticas, adoração a duendes, reencarnação de espíritos, entre outras.
2. AS SUTILIZAS DO NEOPAGANISMO
Para difundir suas idéias, os adeptos do neopaganismo utilizam todos os meios de comunicação possíveis. Por essa razão, a cultura moderna está impregnada de crenças neopagãs, seja na música, na literatura, na televisão e/ou no cinema. Não sejamos ingênuos de pensar que a cultura humana é neutra. Os canais de televisão, os produtores cinematográficos e escritores têm seus posicionamentos ideológicos. Como a tendência ao paganismo é uma prática corrente na sociedade, e mais que isso, dá lucro, a indústria cultural investe em quantias vultosas a fim de propagar suas idéias, na música, na literatura, no cinema e na televisão: 1) na música – algumas composições tratam de temas profanos, religiosidade anticristã, principalmente, fazendo forte apelo sexual; 2) na literatura – as pessoas se distanciam cada vez mais da boa literatura e preferem ler autores de auto-ajuda e que promovem o paganismo, basta destacar como exemplo, o blasfemo Código da Vinci (neognosticismo) e o Harry Potter (ocultismo); 3) o cinema – além de aproveitar os sucessos editoriais pagãos, levando-os às telas, promove crenças esotéricas, espiritualidades não-cristãs e filmes que até instruem a adoração à Satanás; e 4) a televisão – os canais de televisão, em sua vasta maioria, são sustentados pela audiência, por isso, sob a pressão do mercado, produz uma programação que não condiz com os princípios bíblicos, algumas novelas patrocinam o espiritismo. Os desenhos animados e os jogos de videogame incitam à violência, deixando as crianças à mercê das forças do mal.
3. COMO COMBATER O MAL DO NEOPAGANISMO
3.1 Ensinar a Palavra de Deus - precisamos, inicialmente, investir nos de casa, estimulando o ensinamento da Palavra de Deus. Muitas igrejas, ao invés de conduzir os crentes à Palavra, fomentam a superstição evangélica. Não é difícil encontrar “tristemunhos”, ditos cristãs, os quais, na verdade, não passam de mero subjetivismo, sem qualquer respaldo bíblico. Cada vez menos os crentes conhecem a Bíblia e frequentam a Escola Dominical.
3.2 Difundir a cultura evangélica – existem bons filmes cristãos, livros e romances que têm apelo cristão. Dentre os vários autores, destacamos, por exemplo, a farta obra de C. S. Lewis que, atualmente, está sendo levada ao cinema com o título de As crônicas de Narnia. Os crentes em Cristo precisam, com sabedoria, e principalmente, à luz da Palavra, saber escolher temáticas na música, na literatura, no cinema e na televisão que estejam fundamentados nos valores cristãos.
3.3 Estimular à espiritualidade cristã – o antídoto contra essa espiritualidade pagã, movida por prática distantes da Palavra de Deus, é o desenvolvimento de uma devoção genuinamente cristã. Essa acontece por meio das disciplinas espirituais: meditação na Bíblia Sagrada, nos momentos de oração, na partilha em comunidade, e, sobretudo, pela manifestação do amor.
CONCLUSÃO
Para não sermos levados pela onda do neopaganismo devemos: 1) aprender a desenvolver a mente de Cristo (I Co. 2.16); 2) não nos conformar com as vontades deste mundo (Rm. 12.2); 3) conhecer as estratégias de Satanás (I Pe. 5.8; II Co. 2.10,11), e 4) defender a fé que uma vez foi entregue aos santos (Jd. v.3; II Pe. 2.1; Fp. 1.16).
BIBLIOGRAFIACOLSON, C. & PEARCEY, N. E agora, como viveremos? Rio de Janeiro: CPAD, 2000.COLSON, C. & PEARCEY, N. O cristão na cultura de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.
